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	<title>Fernando Mantoan &#187; Ubuntu</title>
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	<description>Desenvolvimento e tecnologia da informação no geral</description>
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		<title>Adicionando dual-boot no Ubuntu 10.04</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 22:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Mantoan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[grub2]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[lucid lynx]]></category>

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		<description><![CDATA[No post anterior falei sobre como ficou bom o novo Ubuntu 10.04. O único problema que encontrei após instalá-lo foi que ele não adicionou no dual-boot uma instalação do Windows que possuo para trabalhar com Adobe Flex. Em alguns minutos resolvi isso, e criei este artigo para demonstrar as etapas necessárias para isso!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a href="http://fernandomantoan.com/ubuntu/ubuntu-10-04-lancado/">post anterior</a> falei sobre como ficou bom o novo <a title="Site Oficial do Ubuntu" href="http://www.ubuntu.com/" target="_blank">Ubuntu 10.04</a>. O único problema que encontrei após instalá-lo foi que ele não adicionou no dual-boot uma instalação do Windows que possuo para trabalhar com Adobe Flex. Em alguns minutos resolvi isso, e criei este artigo para demonstrar as etapas necessárias para isso!</p>
<h2>Verificando a partição</h2>
<p>No meu caso eu possuo apenas um hd, com uma partição NTFS para o Windows e outra EXT4 para o Ubuntu, então verifiquei rapidamente a partição de cada sistema operacional, com o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo fdisk -l</pre>
<p>Ele então me retornou a seguinte saída:</p>
<pre class="brush: bash;">Disco /dev/sda: 160.0 GB, 160041885696 bytes
255 heads, 63 sectors/track, 19457 cylinders
Unidades = cilindros de 16065 * 512 = 8225280 bytes
Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
Identificador do disco: 0xb0f220b8

Dispositivo Boot Início Fim Blocos Id Sistema
/dev/sda1   *           1       11090    89079401    7  HPFS ou NTFS
/dev/sda2           11091       19457    67207897    5  Estendida
/dev/sda5           11091       19110    64420618+  83  Linux
/dev/sda6           19111       19457     2787246   82  Linux swap / Solaris</pre>
<p>Pode-se perceber então, que o Windows está na partição <strong>sda1</strong>, e o Ubuntu na partição <strong>sda5</strong>. Sendo o <strong>sda1</strong> a primeira partição lógica do meu HD, pode-se concluir que para inicializar o Windows, a raíz no Grub estaria na partição <strong>hd(0,1)</strong>. Se, por exemplo, o Windows estivesse em <strong>sda5</strong> a partição seria <strong>hd(0, 5)</strong>, se fosse <strong>sdb1</strong> seria <strong>hd(1, 1)</strong>, e assim vai&#8230;</p>
<h2>Identificando o Windows</h2>
<p>Após saber a raíz da partição Windows, é necessário criar um arquivo para que ele entre na lista de sistemas operacionais do Grub. Para isso, basta abrir um terminal e digitar o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo gedit /etc/grub.d/11_Windows</pre>
<p>Após abrir  o editor de textos, basta então colocar o seguinte conteúdo nele:</p>
<pre class="brush: bash;">#! /bin/sh -e
echo &quot;Adding Windows&quot; &gt;&amp;2
cat &lt;&lt; EOF
menuentry &quot;Windows Vista&quot; {
set root=(hd0,1)
chainloader +1
}
EOF</pre>
<p>Dar permissão de execução ao arquivo com o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo chmod a+x /etc/grub.d/11_Windows</pre>
<p>E, por último, atualizar o Grub2 para que ele adicione a entrada do Windows na tela de boot, para isso basta executar o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo update-grub2</pre>
<p>A saída do programa será algo similar a:</p>
<pre class="brush: bash;">
Generating grub.cfg ...
Found linux image: /boot/vmlinuz-2.6.32-21-generic
Found initrd image: /boot/initrd.img-2.6.32-21-generic
Adding Windows
Found memtest86+ image: /boot/memtest86+.bin
done
</pre>
<h2>Fim</h2>
<p>Após isso basta então reiniciar seu computador e deverá aparecer a entrada para o seu Windows na tela de inicialização do Grub2. Não é tão difícil quanto parece, apesar de o antigo Grub ter um processo muito mais simples. Até a próxima pessoal!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntu 10.04 Lançado</title>
		<link>http://fernandomantoan.com/ubuntu/ubuntu-10-04-lancado/</link>
		<comments>http://fernandomantoan.com/ubuntu/ubuntu-10-04-lancado/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 May 2010 22:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Mantoan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[lucid lynx]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, como vão? Nesta quinta-feira foi lançada a nova versão do Ubuntu, entitulada Lucid Lynx. Acabei de instalá-la no meu notebook e confesso que gostei muito do que vi. Dentre as principais mudanças, destacam-se: Novo visual, totalmente reformulado, com nova logotipo do Ubuntu; Boot extremamente rápido; Central de programas, que centraliza e simplifica a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal, como vão? Nesta quinta-feira foi lançada a nova versão do <a title="Site Oficial do Ubuntu" href="http://www.ubuntu.com/" target="_blank">Ubuntu</a>, entitulada Lucid Lynx. Acabei de instalá-la no meu notebook e confesso que gostei muito do que vi. Dentre as principais mudanças, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Novo visual, totalmente reformulado, com nova logotipo do Ubuntu;</li>
<li>Boot extremamente rápido;</li>
<li>Central de programas, que centraliza e simplifica a instalação de programas;</li>
<li>Armazenamento online com Ubuntu One (2gb Grátis);</li>
<li>Última versão de softwares como: Gnome, Firefox, Empathy;</li>
<li>Nova Music store, para comprar músicas online;</li>
<li>Cliente social <a title="Site Oficial do Gwibber" href="http://gwibber.com/" target="_blank">Gwibber</a> que agrega Twitter, Facebook, Orkut e diversas outras redes sociais;</li>
<li>Utilização do F-Spot no lugar do Gimp, com o intúito de deixar muito mais prática a edição e organização de imagens;</li>
<li>Editor de Vídeos Pitivi.</li>
</ul>
<p>Existem muitas outras novidades, mas acredito que estas sejam umas das principais. Eu fiquei surpreendido com a consistência e elegância da parte visual desta nova versão, além do aplicativo Gwibber e alguns outros pequenos detalhes. Não é a toa que esta á uma versão LTS (Long Term Support), a robustez é impressionante! Abaixo vocês podem conferir uma screenshot, que demonstra como ficou bonito o Ubuntu 10.04:</p>
<div id="attachment_582" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/05/screen_ubuntu.png"><img class="size-medium wp-image-582" title="screen_ubuntu" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/05/screen_ubuntu-300x187.png" alt="Imagem com o Desktop do Ubuntu 10.04" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Desktop do Ubuntu 10.04</p></div>
<p>Além destas novidades ele continua com o excelente suporte às placas Wireless, no meu notebook (um Semp Toshiba extremamente problemático com distros Linux) tudo já veio funcionando &#8220;de fábrica&#8221;, tanto a Wireless quanto a placa de vídeo. Pois é, mais uma versão LTS muito boa lançada pela Canonical, não perca tempo e <a title="Download do Ubuntu" href="http://www.ubuntu.com/getubuntu/download" target="_blank">pegue já a sua</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntu 9.10 e arquivos .7z</title>
		<link>http://fernandomantoan.com/ubuntu/ubuntu-9-10-e-arquivos-7z/</link>
		<comments>http://fernandomantoan.com/ubuntu/ubuntu-9-10-e-arquivos-7z/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 23:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Mantoan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[7zip]]></category>
		<category><![CDATA[synaptic]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste artigo demonstro o processo necessário para adicionar suporte a arquivos do 7z no Ubuntu 9.10. É um processo bem simples e fácil, e em poucas linhas é possível explaná-lo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de compartilhar com vocês como adicionar suporte a arquivos .7z no Ubuntu 9.10. É um processo bem simples, basta instalar o pacote <strong>p7zip-full</strong> com o comando:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo apt-get install p7zip-full</pre>
<p>Assim o compactador de arquivos já poderá extrair os arquivos .7z. Para extraí-los via terminal:</p>
<pre class="brush: bash;">7z x nomedoarquivo.7z</pre>
<p>E para ver todas as opções:</p>
<pre class="brush: bash;">7z -h</pre>
<p>É isso pessoal, até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Debug de Aplicações PHP com XDebug e Eclipse PDT</title>
		<link>http://fernandomantoan.com/php/debug-de-aplicacoes-php-com-xdebug-e-eclipse-pdt/</link>
		<comments>http://fernandomantoan.com/php/debug-de-aplicacoes-php-com-xdebug-e-eclipse-pdt/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 00:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Mantoan</dc:creator>
				<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[xdebug]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandomantoan.com/?p=353</guid>
		<description><![CDATA[Neste artigo é configurado um ambiente para debugging de aplicações PHP utilizando o XDebug e o Eclipse PDT.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a href="http://fernandomantoan.com/php/instalando-xdebug-no-ubuntu-9-10/">artigo anterior</a>, demonstrei passo a passo como instalar no Ubuntu 9.10 a extensão XDebug, utilizada no <em>debugging</em> e <em>profiling</em> de aplicações PHP. Neste artigo demonstro as configurações necessárias para integrar esta ferramenta com a IDE Eclipse PDT.</p>
<h2>Configurando o XDebug</h2>
<p>Antes de ir ao Eclipse, é necessário modificar algumas diretrizes de configuração do XDebug, para isto basta abrir o arquivo de configuração do PHP como root:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo gedit /etc/php5/apache2/php.ini</pre>
<p>E na seção:</p>
<pre class="brush: plain;">[Zend]
zend_extension=&quot;/usr/lib/php5/20060613+lfs/xdebug.so&quot;</pre>
<p>Adicionar logo abaixo o seguinte conteúdo:</p>
<pre class="brush: plain;">[xdebug]
xdebug.remote_enable=On
xdebug.remote_host=&quot;localhost&quot;
xdebug.remote_port=9000</pre>
<p>Após fazer isso, basta verificar se o phpinfo() traz o seguinte resultado:</p>
<div id="attachment_355" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/phpinfo.png"><img class="size-medium wp-image-355" title="phpinfo()" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/phpinfo-300x137.png" alt="" width="300" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função phpinfo()</p></div>
<p>Com isso o XDebug está devidamente configurado.</p>
<h2>Configurando o Eclipse</h2>
<p>A primeira coisa a se fazer no Eclipse é adicionar o executável do PHP. No menu <em>Window</em> -&gt; <em>Preferences</em> existe um menu lateral com o título PHP, ao expandí-lo aparecerá a opção PHP <em>Executables</em>, ao clicar nesta opção aparecerá a seguinte janela:</p>
<div id="attachment_360" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/php_executables.png"><img class="size-medium wp-image-360" title="php_executables" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/php_executables-300x175.png" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Janela de executáveis do PHP</p></div>
<p>Basta então clicar no botão <em>Add</em> e colocar um nome qualquer, informar o caminho do executável (por exemplo, /usr/bin/php) e escolher o tipo do <em>debugger</em>, que é <strong>XDebug</strong>. O próximo passo é configurar as informações do <em>debugger</em> no Eclipse, para isto basta ir em: PHP -&gt; <em>Debug</em> -&gt; <em>Installed Debuggers, </em>lá existirá uma entrada para o XDebug, basta verificar se a porta é a 9000, e caso não seja clicar em <em>Configure</em> e alterá-la. Após isto basta ir em PHP -&gt; <em>Debug</em> e modificar o PHP <em>Debugger</em> para o XDebug.</p>
<p>Após estas configurações o <em>Debugging</em> do Eclipse já deverá estar funcionando. Caso não esteja, é necessário verificar se o servidor padrão está apontando para a URL correta do <em>Web Server</em>, para isto basta ir em <em>Window</em> -&gt; <em>Preferences</em> -&gt; PHP -&gt; PHP <em>Servers</em> e editar as configurações do servidor padrão.</p>
<h2>Exemplo de <em>Debugging</em></h2>
<p>Agora a última etapa é fazer um teste para verificar se tudo está funcionando. Para isso basta criar um projeto PHP, e criar um arquivo chamado <strong>teste.php</strong>. Dentro deste arquivo é acrescentado o seguinte conteúdo:</p>
<pre class="brush: php;">&lt;?php
$teste = &quot;ola&quot;;
$muaha = array();
for ( $i = 0; $i &amp;lt; 3; $i++ ) {
	$muaha[] = $i;
}
array_shift($muaha);
echo &quot;fim&quot;;</pre>
<p>Ele é bastante simples, vai criar duas variáveis, fazer um laço para preencher o array, tirar o primeiro elemento do array e imprimir o texto <strong>fim</strong>. Para executar ele, basta clicar na pequena seta logo à direita do botão de <em>Debug</em>, como apresentado na imagem abaixo, e ir em <em>Debug as</em> -&gt; PHP <em>Web Page</em>.</p>
<div id="attachment_361" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_button.png"><img class="size-medium wp-image-361" title="debug_button" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_button-300x175.png" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Botão de Debug no Eclipse</p></div>
<p>Ele então avisará para abrir a perspectiva de <em>Debug</em>, basta confirmar clicando em <em>Yes</em> e a seguinte tela aparecerá:</p>
<div id="attachment_362" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_perspective.png"><img class="size-medium wp-image-362" title="debug_perspective" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_perspective-300x175.png" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Perspectiva de Debug</p></div>
<p>Pode-se notar que existe uma barra logo à esquerda da numeração das linhas, ao clicar nesta barra será adicionado um <em>breakpoint</em>, que é um ponto de parada na execução do <em>script</em>, o que permite verificar a situação do script até este ponto, como as variáveis alocadas, o conteúdo delas etc. A nível de teste, basta colocar 2 <em>breakpoints</em>, um na linha 4 e outro na linha 8. Após isto basta executar o <em>script</em>, clicando no botão com seta verde, localizado na aba <em>Debug</em>, ele é apresentado na imagem abaixo:</p>
<div id="attachment_363" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/seta_resume.png"><img class="size-medium wp-image-363" title="seta_resume" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/seta_resume-300x175.png" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Localização do botão para resumir a execução do script</p></div>
<p>Logo na primeira parada é possível verificar as variáveis, como o array vazio e a string devidamente preenchida, isto é apresentado na imagem abaixo:</p>
<div id="attachment_364" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_linha4.png"><img class="size-medium wp-image-364" title="debug_linha4" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_linha4-300x175.png" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira execução do script</p></div>
<p>Ao clicar novamente no botão para resumir a execução do <em>script</em>, será feito um dos <em>loops</em> do <strong>for</strong> definido até que a condição especificada ($i &lt; 3) seja cumprida, ou seja, serão necessários 4 cliques no botão para sair do <strong>for</strong> <img src='http://fernandomantoan.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> . Neste laço é possível verificar que o array vai sendo preenchido, e após sair do <em>loop</em> e parar na linha 8 o array está com apenas 2 elementos devido à função <strong>array_shift</strong>. As imagens abaixo representam, respectivamente, o fim do <em>loop</em> e a parada na linha 8.</p>
<div id="attachment_367" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_array_full.png"><img class="size-medium wp-image-367" title="debug_array_full" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_array_full-300x175.png" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Fim do loop: Array com 3 elementos</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_365" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_array_preenchida.png"><img class="size-medium wp-image-365 " title="debug_array_preenchida" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/debug_array_preenchida-300x175.png" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Parada na linha 8: Array com 2 elementos</p></div>
<p>E por último, é exibida a saída da página na tela, e a aba de variáveis é limpa, assim como apresentado na imagem abaixo:</p>
<div id="attachment_366" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/fim_end.png"><img class="size-medium wp-image-366" title="fim_end" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2010/01/fim_end-300x175.png" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Fim do Debug</p></div>
<h2>Concluindo</h2>
<p>O XDebug é uma ferramenta bastante útil para programadores PHP, com ela é possível debugar cada trecho do código para garantir uma maior consistência a ele e (tentar) eliminar bugs. Além de <em>debug</em> ela também fornece a funcionalidade de <em>profiling</em>, que será abordada em um artigo futuro. Até a próxima.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando XDebug no Ubuntu 9.10</title>
		<link>http://fernandomantoan.com/php/instalando-xdebug-no-ubuntu-9-10/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Mantoan</dc:creator>
				<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[pear]]></category>
		<category><![CDATA[pecl]]></category>
		<category><![CDATA[xdebug]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá a todos! Hoje demonstrarei os passos necessários para se instalar a ferramenta de debug e profiling para PHP chamada XDebug. Esta ferramenta é relativamente nova para mim, e pode ser uma grande aliada para garantir a performance e qualidade de seu código. O primeiro passo é instalar os pacotes necessários para poder instalar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos! Hoje demonstrarei os passos necessários para se instalar a ferramenta de <em>debug</em> e <em>profiling</em> para PHP chamada <strong>XDebug</strong>. Esta ferramenta é relativamente nova para mim, e pode ser uma grande aliada para garantir a <em>performance</em> e qualidade de seu código.</p>
<p>O primeiro passo é instalar os pacotes necessários para poder instalar o XDebug a partir do repositório de extensões PHP:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo apt-get install php5-dev php-pear</pre>
<p>Com o PECL pode-se instalar novos pacotes no estilo do apt-get, utilizado para instalar pacotes no sistema operacional. Neste repositório é possível instalar o XDebug, para isso basta o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo pecl install xdebug</pre>
<p>Após a extensão ser instalada, é necessário verificar o caminho completo onde ela se encontra, para isso basta digitar o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash;">find / -name 'xdebug.so' 2&gt; /dev/null</pre>
<p>No meu caso o caminho retornado foi:</p>
<pre class="brush: bash;">/usr/lib/php5/20060613+lfs/xdebug.so</pre>
<p>Agora, a última etapa é configurar o <strong>php.ini</strong>:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo gedit /etc/php5/apache2/php.ini</pre>
<p>E adicionar o seguinte conteúdo no fim do arquivo:</p>
<pre class="brush: plain;">[Zend]
zend_extension=&quot;/usr/lib/php5/20060613+lfs/xdebug.so&quot;</pre>
<p>Onde o caminho utilizado para o atributo <strong>zend_extension</strong> deve ser o retornado pelo comando de pesquisa. Após isso basta reiniciar o serviço Apache:</p>
<pre class="brush: bash;">sudo service apache2 restart</pre>
<p>E então verificar a saída do phpinfo(), que deverá ter um trecho como este:</p>
<div id="attachment_201" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a class="thickbox" href="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2009/11/xdebuginfo.png"><img class="size-medium wp-image-201" title="Screen com informações do XDebug" src="http://fernandomantoan.com/wp-content/uploads/2009/11/xdebuginfo-300x137.png" alt="phpinfo() com dados do XDebug" width="300" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">phpinfo() com dados do XDebug</p></div>
<p>Bom, com isto a instalação do XDebug foi um sucesso, para quem quer mais informações sobre o XDebug e os repositórios oficiais do PHP:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.xdebug.org/" target="_blank">Site oficial do XDebug</a>;</li>
<li><a href="http://pear.php.net/" target="_blank">Site oficial do PEAR</a>;</li>
<li><a href="http://pecl.php.net/" target="_blank">Site oficial do PECL</a>.</li>
</ul>
<p>Como o objetivo deste artigo era só abordar a instalação da extensão acredito que a missão esteja cumprida, em um artigo futuro farei um breve tutorial sobre como debugar os scripts PHP e, também, sobre como funciona a ferramenta de <em>profiling</em> desta extensão.<br />
Para quem acompanhou os artigos sobre a arquitetura de software com CodeIgniter, também falo que em breve colocarei aqui o artigo para desenvolvimento de um sistema visando demonstrar o uso desta arquitetura. Agora o tempo está um pouco menos apertado, poderei me dedicar mais ao blog. Até mais.</p>
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		<title>LaTeX no Ubuntu 9.10</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 21:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Mantoan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Latex]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[monografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá a todo, como vão? Como estou tendo a necessidade de reinstalar os pacotes e ferramentas do LaTeX para continuar escrevendo minha monografia, resolvi escrever um artigo rápido explicando os pacotes necessários para ter o LaTeX junto com as ferramentas comumente utilizadas em trabalhos de monografia. A primeira coisa a se fazer é instalar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todo, como vão? Como estou tendo a necessidade de reinstalar os pacotes e ferramentas do LaTeX para continuar escrevendo minha monografia, resolvi escrever um artigo rápido explicando os pacotes necessários para ter o LaTeX junto com as ferramentas comumente utilizadas em trabalhos de monografia.</p>
<p>A primeira coisa a se fazer é instalar os pacotes do texlive:</p>
<p><code>sudo apt-get install texlive</code></p>
<p>Com ele, os principais pacotes utilizados no LaTeX já serão instalados. Após isso, é hora de se focar nos pacotes que fazem a formatação do trabalho seguindo as normas da ABNT. O primeiro pacote é um requisito exigido pelo pacote da ABNT, para instalar este requisito basta digitar o seguinte comando:</p>
<p><code>sudo apt-get install texlive-math-extra</code></p>
<p>Caso este pacote não seja instalado aparecerá o seguinte erro ao compilar um trabalho que utiliza o pacote de normas da ABNT:</p>
<p><code>LaTeX Error: File `stmaryrd.sty' not found.</code></p>
<p>Agora, basta instalar o pacote abntex, que é o responsável pela formatação do trabalho nas normas da ABNT:</p>
<p><code>sudo apt-get install abntex</code></p>
<p>Os principais pacotes estão instalados, então basta instalar a IDE utilizada na criação dos documentos TEX:</p>
<p><code>sudo apt-get install texmaker</code></p>
<p>Existem outras IDEs como, Kyle, porém eu me adaptei bem ao texmaker e ela é minha IDE padrão.</p>
<p>Agora, outra coisa utilizada na monografia é a lista de siglas/símbolos. Para fazer esta lista é utilizado o pacote glossaries. Para instalar o pacote glossaries existem alguns pré-requisitos que devem ser supridos, estes sendo os seguintes pacotes:</p>
<ul>
<li>ifthen;</li>
<li>xkeyval;</li>
<li>xfor;</li>
<li>amsgen.</li>
</ul>
<p>No meu caso foi necessário apenas o xfor, e o pacote do glossaries em si, baixei eles no seguinte link: <a href="http://www.ctan.org/pub/tex-archive/install/macros/latex/contrib/" target="_blank">http://www.ctan.org/pub/tex-archive/install/macros/latex/contrib/</a>. Os pacotes &#8220;tds&#8221; são mais fáceis de se instalar, pois já estão configurados, basta jogar no banco de dados do LaTeX e atualizá-lo. Então, após baixar os pacotes: <strong>xfor.tds.zip</strong> e <strong>glossaries.tds.zip</strong>, em um terminal basta criar uma pasta para armazenar os pacotes:</p>
<p><code>mkdir ~/texmf</code></p>
<p>Extrair os pacotes no diretório:</p>
<p><code>unzip xfor.tds.zip  -d ~/texmf/<br />
unzip glossaries.tds.zip -d ~/texmf/</code></p>
<p>E, finalmente atualizar o banco de dados do LaTeX:</p>
<p><code>texhash ~/texmf/</code></p>
<p>No meu caso, seguindo todos estes procedimentos, tudo deve estar funcionando. Se alguém encontrar erros por favor postem nos comentários que tentarei ajudar. Como este tutorial visava apenas apresentar os procedimentos para instalação, não incluirei exemplos para fazer os testes de cada um destes pacotes. Se alguém tiver curiosidade e quiser testar se tudo está funcionando, ver como criar as siglas e etc, recomendo o seguinte tutorial: <a href="http://www.latex-community.org/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=263:glossaries-nomenclature-lists-of-symbols-and-acronyms&amp;catid=55:latex-general&amp;Itemid=114" target="_blank">Glossaries, Nomenclature, Lists of Symbols and Acronyms</a>. </p>
<p>Por hoje é só, recomendo o LaTeX a todos que forem fazer a monografia ou demais trabalhos escritos, principalmente devido a falta de preocupação em ficar ajustando a formatação, já que ele faz isso automaticamente, além de diversas outras coisas que ele automatiza. Até a próxima!</p>
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